Pesquisas mostraram uma vantagem maior para o candidato do PT.
Em 13 das 16 pesquisas, a vantagem do candidato do PT sobre o principal adversário foi maior na pesquisa que na urna. Diferença média entre as margens: +4,46 pontos percentuais (p.p.).
Comparamos a última pesquisa de cada instituto, divulgada antes da votação, com o resultado oficial. O objetivo é mostrar o que cada levantamento acertou — e onde ficou distante.
Três resultados centrais, com seus recortes e ressalvas.
Em 13 das 16 pesquisas, a vantagem do candidato do PT sobre o principal adversário foi maior na pesquisa que na urna. Diferença média entre as margens: +4,46 pontos percentuais (p.p.).
As 14 estimativas subestimaram Bolsonaro em 2018 e 2022 e Flávio em 2026. Diferença média: −3,89 pontos percentuais.
O Ipec estimou 14%; Paulo recebeu 29,12%. A pesquisa ficou 15,12 pontos percentuais abaixo do resultado.
Para cada instituto, comparamos a margem prevista entre os dois candidatos mais votados na eleição com a margem oficial. Resultado positivo: a pesquisa mostrou uma vantagem maior para o candidato do PT — ou uma desvantagem menor — do que a urna registrou.
Cada observação é uma pesquisa de um instituto comparada ao resultado oficial. Na série presidencial, medimos a margem entre os dois candidatos que terminaram em primeiro e segundo lugar. São 16 pesquisas em quatro eleições — não 16 eleições. O cálculo não resume o desempenho para os demais candidatos.
13 barras à direita de zero: margem mais favorável ao PT. Três à esquerda: mais favorável ao adversário.
Média geral: +4,46 p.p. · 13 casos pró-PT: +5,74 p.p. · 3 casos pró-adversário: −1,10 p.p. Fonte: tabela presidencial do relatório.
O valor negativo indica que a estimativa ficou abaixo do resultado. A série inclui Aécio em 2014, Bolsonaro em 2018 e 2022 e Flávio em 2026.
16/16 estimativas abaixo da urna · média −4,28 p.p. Para Bolsonaro e Flávio, isoladamente: 14/14 · média −3,89 p.p.
Comparação dentro de cada eleição. Não é uma classificação geral de precisão.
Erro médio do Datafolha: −6,45 p.p. nos quatro ciclos documentados.
Foram +0,18 p.p. em 16 estimativas, mas os sinais variaram por ciclo: em 2014, pesquisas superestimaram Dilma; em 2018, subestimaram Haddad; em 2022 superestimaram Lula; em 2026 houve erros nos dois sentidos.
Casos destacados por tamanho do erro ou por divergência na ordem dos candidatos. As comparações permanecem locais a cada disputa.
Estimativas de votos válidos comparadas ao resultado oficial. A diferença de Paulo Martins é a maior subestimação individual destacada na amostra.
Ipec: erro médio absoluto de 4,403 p.p. nas dez candidaturas. Veritá: 1,506 p.p. Neste caso completo, a distância média do Ipec foi 2,92 vezes a do Veritá.
Nas sete pesquisas diretas, Paes foi superestimado em média 3,87 p.p.; Ruas foi subestimado em 10,77 p.p.
Paes numericamente à frente
Ruas sobre Paes na totalização
Corte em 7/10/2026. Anthony Garotinho tinha votos sub judice; o resultado e a conclusão são provisórios. O Veritá foi o único a colocar Ruas à frente, por 1,2 p.p., diferença dentro da margem declarada de ±2,5 p.p.
A pesquisa estimou Ratinho em 62% e Requião em 29%. A urna registrou 69,64% e 26,23%. O erro do par foi 5,205 p.p.
Erro de Ratinho: −7,64 p.p. · erro de Requião: +2,77 p.p. · margem declarada: ±3 p.p.
A distância média considera os erros das três candidaturas mais votadas em cada disputa. A amostra tem apenas duas cidades e não cria um ranking nacional.
Valores em p.p. Quanto menor o erro médio absoluto, mais próximas ficaram as estimativas, neste recorte e conjunto de candidatos.
Rankings restritos a cada disputa e ao mesmo conjunto de candidaturas. Não há um “instituto mais preciso do Brasil” neste estudo.
MAE é a sigla em inglês para “erro absoluto médio”: a média das distâncias entre o percentual estimado e o resultado, sem considerar se ficou acima ou abaixo. p.p. significa pontos percentuais: de 40% para 45% são 5 p.p. Quanto menor o MAE, mais perto da urna ficaram, em média, as estimativas dos candidatos indicados.
Erro absoluto médio dos percentuais dos dois candidatos mais votados · p.p.
Erro absoluto médio dos percentuais dos dois candidatos mais votados · p.p.
Erro absoluto médio dos percentuais dos dois candidatos mais votados · p.p.
Palver e Gerp empatam no 1º lugar · comparação parcial dos percentuais de Lula e Flávio.
Erro absoluto médio nas dez candidaturas · p.p.
Erros médios absolutos, em p.p. · totalização provisória na data de corte.
O erro médio dos percentuais de dois candidatos na Presidência não pode ser comparado diretamente ao cálculo feito para três candidatos numa prefeitura ou dez no Senado. Os extremos mudam conforme o cargo e a disputa; uma única pesquisa no Governo do Paraná não forma ranking.
O objetivo é medir distância entre estimativa e urna, não adivinhar intenção nem explicar por que as pessoas votaram.
Pesquisa pública elegível, com horário anterior às 8h locais. Publicação no dia da eleição sem horário verificável fica fora da análise principal.
Percentuais são comparados na mesma base. Denominadores diferentes ficam separados ou identificados como análise de sensibilidade.
Erro = estimativa menos resultado. Positivo: a pesquisa superestimou; negativo: subestimou. O erro absoluto médio (MAE) resume a distância, sem indicar direção. Um valor menor significa maior proximidade no conjunto comparado.
Institutos são comparados apenas no mesmo cargo e no mesmo conjunto de candidaturas. A análise partidária usa a filiação na data da eleição.
A amostra é intencional e documental, não um censo do Brasil. Erros observados não provam fraude, má-fé, voto útil ou influência sobre decisões de campanha. As diferenças não autorizam generalização para todo o mercado.
Abra os arquivos de cada disputa ou navegue pela tabela interativa. O relatório documenta critérios, ressalvas e proveniência.